domingo, 13 de março de 2011

desbaratina

Ual! eu estava lendo os posts de abril de 2009 e, como eu era linda!!! falava coisas incríveis e fazia muito mais do que isso: eu vivia coisas incríveis!
poxa, ainda vivo coisas incríveis mas parece que elas não são tão claras como antes, onde qualquer coisa era digna de ser chamada de "coisa incrível" ! vou tentar levar minha cabeça pro mesmo lugar em que levava antes quando postava pra que eu consiga escrever como antes.

vou tornar agora incrivelmente incríveis as coisas críveis que vivi.

tive show naquele dia. tava destruidassa, tinha cantado todas as músicas apaixonantes, tava desanimada pra sair. mas, poxa vida, eu já tinha pagado. e além disso, eu não sou de perder festa! tá, o grande dilema de "o que vestir?" - eu nunca tinha ido numa festa dessas à noite. ok, me vesti do meu jeito. meia arrastão preta, shorts vermelho (que não sei COMO ele entrou em mim naquele dia), uma camisa preta de manga comprida e um tênis que caiu do céu naquele dia e depois sumiu de novo. tá, completamente nada a ver. deslocada total.
busquei o pit e nós fomos. chegando lá, ele me largou nos primeiros, hun, 2 minutos? é, ou menos que isso! e eu não tomei meu absinto, guardo esta mágoa até hoje!! agora, como tudo o que acontece numa balada deve ficar dentro daquela balada, eu não posso revelar aqui o ocorrido da noite. mas eu posso contar as consequências...

quando se fala em consequências as pessoas costumam pensar em coisas negativas, certo? mas não dessa vez.

depois, era um dia qualquer, uma terça-feira meio incomum de se esperar em novembro. foi dia de bar porque o pessoal havia terminado os TCC's e tudo o mais, daí, pô, haja comemoração!
a gente já tava de saída...na rua em que eu passo praticamente todos os meus dias úteis. tava de noite, meio garoandinho, trânsito, gente, e eu estava lá também, mais do que fisicamente.
digamos que eu não estava esperando. não mesmo. eu já havia imaginado, outras vezes, mas eu não teria me esforçado, eu acho. não foi preciso. caiu do céu, assim, do nada, assim como as estrelas que escorregam no azul-marinho da noite e deixam os nossos olhos emocionados com aquela magia inesperada bem perto da gente.

acho que vou parar por aqui porque gostei muito da ideia de olhar pro céu noturno e tentar me encontrar, querer me encontrar no meio daquele monte de estrelas que eu não consigo ver.

todos os momentos tornaram-se incríveis, intensos e, pode acreditar, meu coração pulsa mais forte quando o telefone toca ou quando me dou conta de que o azul-marinho daquela noite me colou em você.

Um comentário:

  1. não importa quando, eu gosto de ler o que escreve *-*

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Às vezes até um smile agrada a quem escreve.